Repórter da ESPN Brasil participa de teste físico da arbitragem na pista do Bolão - Esporte Jundiaí Esporte Jundiaí: Repórter da ESPN Brasil participa de teste físico da arbitragem na pista do Bolão

05/05/2017

Repórter da ESPN Brasil participa de teste físico da arbitragem na pista do Bolão


Por Thiago Batista – Esporte Jundiaí
Fotos: Thiago Batista

O repórter Mendel Bydlowski, da ESPN Brasil, esteve em Jundiaí nesta sexta-feira no teste físico da arbitragem paulista para estarem aptos a apitar ou não no Campeonato Brasileiro desta temporada. Mas ele não veio para gravar uma reportagem e sim ser o personagem principal da matéria que deverá ser levada pela emissora nos próximos dias. Ele participou do teste onde teria que executar 6 tiros de 40 metros em 6seg10, e 40 tiros de 75 metros em 15seg e 25 metros de caminhada no máximo 20seg. O jornalista contou que não treinou muito para participar do teste, em virtude das atividades do dia-a-dia.


“Faz um tempo que não estava treinando. Na última semana corri 2 vezes para conseguir passar no teste”, contou ele. A matéria faz uma parte de especiais que a emissora está realizando sobre o futebol. O primeiro no mês passado teve a repórter Gabriela Moreira Dias vivendo na pele a rotina de uma jogadora de futebol. A segunda série começa a partir da próxima terça-feira onde o comentarista Paulo Calçade viveu por uma semana a experiência de dirigir um time profissional na 4ª divisão do Paulistão – o Brasilis. “Foi uma ideia em conjunto na ESPN. Decidimos fazer sobre a arbitragem, já participei dos encontros técnicos na FPF, tive umas aulas com Sálvio, e pretendemos participar de um jogo amistoso e viver na pele a experiência que tem um árbitro de futebol”, contou Mendel.


“A gente pretende um pouco humanizar a arbitragem, pois eles sofrem muitas críticas, pois todos só falam dos erros, mas ninguém conhece o outro lado que vive o árbitro. Tem gente que nem imagina o que eles passam”, disse o repórter, que em 2015 fez uma matéria especial sobre os 10 anos da Máfia do Apito (caso que fez anular 11 jogos do Campeonato Brasileiro sob a suspeita de manipulação de resultados). “Vontade de apitar nunca tive, mas quando fiz a matéria sobre a matéria sobre a Máfia do Apito, fiquei mais curioso em conhecer o mundo da arbitragem, até pelas histórias que acabava sempre ouvindo”, afirmou.