Guilherme Barros: Sobre a construção do centro de excelência do basquete - Esporte Jundiaí Esporte Jundiaí: Guilherme Barros: Sobre a construção do centro de excelência do basquete

26/07/2017

Guilherme Barros: Sobre a construção do centro de excelência do basquete


O buraco aberto do debate sobre a construção do centro de excelência do basquete, concedido a Jundiaí, é muito mais fundo do que há sendo exposto em face da transferência de cidades interessadas (interesseiras) no projeto.

Uma Federação que ficou quase um ano suspensa do quadro da FIBA por incompatibilidade administrativa deveria arrumar a casinha; a entidade foi liberada a disputar torneios internacionais em junho deste ano;

Maior formador de atletas da base do basquete feminino do País, o Colégio Divino Salvador, aqui de Jundiaí, encerra suas atividades frente a modalidade. São 49 anos de formação de jogadoras no colégio.

Já tínhamos no Divino um centro de excelência. Levamos dezenas de atletas e treinadores jundiaienses aos Jogos Olímpicos desde Atlanta em 1996, Sidney 2000, de Atenas em 2004, Pequim em 2008 e Londres 2012.

Aí, no meio de uma retenção de verbas federais, anunciam um complexo esportivo? O Centro de Excelência do Basquete teve o mesmo destino da inauguração das UPAS. Um passo, no paço, anunciado maior que a perna.

Não levamos atletas aos Jogos Regionais deste ano. Não faz sentido anunciarmos obras desta dimensão.

Quer levar, Crespo? Arrume aí o transporte público primeiro. Depois, cheque o diploma dos seus comissionados em Sorocaba.

Presente de Natal em Jundiaí? Em 2017 é tocar o trenó do chão.