Rodrigo Alves: “Pela história que tenho no Amador, poderia ser melhor reconhecido” - Esporte Jundiaí Esporte Jundiaí: Rodrigo Alves: “Pela história que tenho no Amador, poderia ser melhor reconhecido”

11/01/2018

Rodrigo Alves: “Pela história que tenho no Amador, poderia ser melhor reconhecido”


Rodrigo Alves foi comunicado pela nova diretoria da Ponte Preta da Agapeama da não continuidade do seu trabalho na última terça-feira. Segundo o agora ex-treinador da Macaca, quem comunicou ele sobre a decisão foi um diretor do clube.

“Que aconteceu é que no último domingo eu havia conversado com o presidente, o Dentinho, da nossa permanência. E chegou na terça-feira fui comunicado sobre essa decisão. O ser humano você tem que confiar desconfiando”, disse Rodrigo Alves, em conversa com a reportagem do Esporte Jundiaí, nesta quarta-feira. “Pela história que tenho no Amador, poderia ter sido melhor reconhecido. Levei a Ponte Preta uma final. O Marlene em oito anos, foram seis finais e eu levei o Marlene em quatro decisões em cinco anos. Do jeito que me contrataram, que foram na minha casa, poderia ter tratado a minha saída e agora quem comunicou a minha saída nem foi o presidente”, completou.

Segundo Rodrigo Alves, dois clubes o haviam procurado para dirigir suas equipes em 2018, mas segundo ele, havia um compromisso para ficar 5 anos na Ponte Preta, e por isso recusou convites. Rodrigo contou que recebeu uma proposta do Galícia, clube da 1ª divisão do Campeonato Baiano, para ser coordenador das categorias de base.

“Tem clube que fiz tornar grande. O Cruzeiro não ganhava um título há mais de dez anos, e fui para lá e foi campeão. O Botafogo não havia chegado à final, fui lá e levei o time a uma decisão. O União da Vila não tinha título fui lá e conquistei”, lembrou da sua trajetória no futebol.

Perguntando sobre o mercado do futebol amador, Rodrigo Alves disse que atualmente ele está inflacionado. “Um jogador em Jundiaí quer hoje ganhar o mesmo com um profissional ganha quando joga no Campeonato Amador. Tem jogador de fora de Jundiaí que é mais barato”, completou.