#Entenda - Como é calculada a taxa de policiamento nos jogos da 4ª divisão de São Paulo - Esporte Jundiaí Esporte Jundiaí: #Entenda - Como é calculada a taxa de policiamento nos jogos da 4ª divisão de São Paulo

17/04/2018

#Entenda - Como é calculada a taxa de policiamento nos jogos da 4ª divisão de São Paulo



A taxa de segurança – ou policiamento, segundo descrito no borderô da Federação Paulista de Futebol – é cobrada pela Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo para a utilização da Polícia Militar nas partidas dos clubes em território paulista. Para cada PM no local, existe a cobrança de 1,5 Ufesp por hora – Unidade Fiscal do Estado de São Paulo –, cujo valor até ano passado era de R$ 35,22, mas desde o primeiro dia deste ano é de R$ 38,55. Se o policial ficar em média três horas em função do jogo, o clube gasta com cada PM R$ 115,65 – o dinheiro, porém, não é repassado diretamente à PM, e sim à secretaria.

Clubes tem liminares para não pagar taxa
Matéria do jornal Folha de São Paulo em novembro deste ano, Palmeiras e Red Bull Brasil tiveram decisões liminares favoráveis e ainda terão seus pedidos julgados. Comercial e Botafogo - ambos de Ribeirão Preto e Ponte Preta tiveram sentenças favoráveis em primeira instância, mas o Bafo perdendo em segunda instância. XV de Piracicaba e Inter de Limeira já venceram em segunda instância. Este ano já conseguiram liminar favorável Santos e o Rio Preto.

Gasto do Paulista na 1ª rodada
No jogo Paulista e Amparo, realizado no dia 8 de abril, o 49º Batalhão de Polícia Militar de Jundiaí designou 30 policiais para trabalhar no jogo. Se eles trabalhassem por apenas uma hora, pela taxa de 1,5 Ufesp por hora seria de R$ 1.156,50. Mas o Batalhão de Jundiaí cobrou por 6 horas trabalhadas - o que fez o valor final ser de R$ 6.939,00.

Segundo informações apuradas pela reportagem do Esporte Jundiaí, a PM de Jundiaí seguiu a risca a recomendação da FPF para o cálculo: portões abertos duas horas antes do jogo, mais as duas horas do jogo e as duas horas após o jogo para os portões abertos - total de 6 horas. Mas no 1º jogo, os portões do estádio Jayme Cintra somente foram abertos às 9h30 da manhã, fato presenciado pelo próprio repórter Thiago Batista de Olim, que estava presente no estádio.