Galo campeão da Copa Paulista: Paulista segura pressão e garante 3º título na história - Esporte Jundiaí Pular para o conteúdo principal

Galo campeão da Copa Paulista: Paulista segura pressão e garante 3º título na história



Wagner Lopes teve estrela. Sem Macena, suspenso, o treinador definiu apenas antes da bola rolar, quem entraria no seu lugar. Escolheu Carlão, atleta nascido em Ribeirão Preto. E ele foi o herói na cidade onde nasceu, ao anotar o gol do título da Copa Paulista. Ou do bicampeonato da competição. O Paulista aguentou a pressão exercida pelo Comercial, no estádio Santa Cruz, e mesmo perdendo o 2º jogo da final por  2 a 1, levantou pelo 2º ano seguido a Copa Paulista de futebol, já que venceu no agregado dos 2 jogos da decisão por 3 a 2 (1º jogo da final foi 2 a 0 para o Tricolor ). O Paulista com a conquista deste sábado conquistou classificação para a Copa do Brasil de 2012, e participará do 2º torneio mais importante do país pela 3ª vez em sua história. Copa do Brasil onde o Galo foi campeão em 2005.

Foi a 1ª vez que o Tricolor levantou fora de Jundiaí, o troféu da Copa Paulista (torneio que já chamou Copa Coca-Cola, Copa Estado de São Paulo e Copa Federação Paulista de Futebol). As conquistas de 1999 e 2010 foram com a taça sendo levantada perto do torcedor jundiaiense, o Jayme Cintra. Este é o 1º título de Wagner Lopes como treinador, em nível de categoria profissional, o seu 2º no Paulista, já que em 2005, ele era auxiliar de Wagner Mancini, na conquista da Copa do Brasil.

A TVE Jundiaí exibe o vt da 2ª partida da final da Copa Paulista, neste domingo, às 12h, e na segunda, às 14h30, com narração de Rafael Santos e comentários de Mário Rissoli. A TVE pode assistir no canal 6 da NET e no www.tvejundiai.com.br 

1º tempo
Antes de começar a partida, o Comercial divulgou 2 escalações com algumas mudanças na equipe, em relação ao time que perdeu em Jundiaí. O time no Jayme Cintra jogou no esquema 4-5-1, em casa começou no 4-4-2.

No Galo, Wagner Lopes escalou no lugar de Macena, o atacante Carlão. No restante o time foi o mesmo que venceu em Jundiaí. O 1º tempo foi movimentado com boas chances de cada uma das equipes. O Comercial começou a partida pressionando. A primeira boa chance foi aos 9 minutos. Daniel Costa chutou de longe e Giulliano teve que se erguer todo para mandar a bola para escanteio. 

Aos 13 minutos, Jordã cometeu falta em Alan Mineiro, na meia esquerda. O camisa 10 do Galo cobrou a falta com perigo, deixando assustado o goleiro Alex.

Depois o Comercial teve o domínio do jogo, tendo mais posse da bola, mas ficando vunerável aos contra-ataques do Tricolor sempre comandados por Alan Mineiro. Aos 14 minutos, Rossato cobrou falta da meia esquerda e Rafael Tavares, de cabeça, desviou com perigo, mas pra fora do gol do Galo. Oito minutos depois, novamente Daniel Costa chutou forte e de longe e obrigou Giulliano novamente se esticar todo para evitar o gol, mandando a bola para escanteio. 

No lance seguinte, saiu o 1º contra-ataque do Tricolor Jundiaiense, com Alan Mineiro rolando a bola para Samuel Xavier, que na hora de finalizar, mandou a bola por cima do gol.

Aos 33 minutos, nova contra-ataque do Galo, com Alan Mineiro, que frente a frente com goleiro Alex, e na hora de finalizar mandou a bola em cima do goleiro, que não conseguiu fazer a defesa. No rebote, o 10 do Glao mandou a bola por cima do gol. Um minuto depois, Alan Mineiro apareceu de novo com um bom passe. Ele lançou Carlão, que tentou de cabeça, mas mandou a bola por cima do gol. Aos 36 minutos, Tiago Marques, recebe na ponta direita, corta 2 marcadores, mas na hora de finalizar chuta errado e longe do gol de Giulliano.

Nos 5 minutos finais, cada time teve uma chance cada um. Primeiro foi o Paulista, aos 41 minutos. Alan Mineiro na esquerda rolou a bola para Mike, que passou por André Bilinha e chutou rasteiro, mas Alex fez a defesa. No lance seguinte, Rossato, na esquerda, quase sem ângulo chutou forte, mas Giulliano, atento evitou o gol.

2º tempo
Na volta do intervalo, o treinador Márcio Fernandes mudou a sua equipe, tanto na parte de jogadores como na estrutura tática. O atacante Silvinho Junior entrou no lugar do volante Junai, passando o clube de Ribeirão a jogar no esquema 4-3-3. O Galo permaneceu no mesmo esquema, o 4-4-2. 

A etapa final começou eletrizante. Aos 24 segundos, Rossato, na esquerda, chutou forte e obrigou Giulliano a praticar a defesa. No minuto seguinte, o perigo foi do Galo. Carlão (que começou a partida no lugar de Macena, suspenso), arriscou chute de fora da área, e passou a esquerda de Alex, levando perigo.

Aos 7 minutos, lance polêmico na partida. Samuel Xavier tenta proteger a bola para Giulliano que faz a defesa com as mãos. Mas o árbitro  Raphael Claus no lance marcou recuo, pois achou que o camisa 2 do Galo de forma intencional recuou a bola para o goleiro do Tricolor dentro da área. Na falta cobrança em 2 lances, Daniel Costa rolou a bola para Junai que chutou em cima do camisa 1 do Galo.

Antes dos 15 minutos, Márcio Fernandes promoveu as outras duas substituições: entraram o atacante Henan e o meia Velicka, saindo Junai e Tiago Marques, voltando a jogar no 4-4-2, mas com 3 meias bastante ofensivos.  Aos 17 minutos, o Comercial teve a melhor chance. Silvinho Junior recebeu na esquerda, cortou Carlão e na hora de finalizar, chutou em cima de Giulliano.

O ditado do futebol “Quem não faz toma” esteve novamente presente num jogo de futebol. E para sorte do Galo fez bem. Aos 19 minutos, Samuel Xavier recebeu de Wellington. O camisa 2 do Galo levantou a cabeça e cruzou para Carlão, que na marca do pênalti, subiu mais alto que todo mundo, e com estilo, mandou de cabeça para o fundo das redes, abrindo o placar no Santa Cruz: 1 a 0 Paulista.

O Comercial após sofrer o gol e nervoso partiu para o ataque e foi premiado aos 27 minutos. Henan, na direita, levantou bola na área, e Henan, de cabeça, subiu mais alto, para mandar a bola no fundo do gol de Giulliano, empatando o confronto.

Nos 18 minutos restantes, o time de Ribeirão tentou buscar o 2º gol que ainda poderia lhe dar esperanças de pelo menos provocar a definição do título dos pênaltis. O Paulista teve boa chance aos 33 minutos e foi com Diego Ivo, que após cobrança de escanteio, mandou forte de cabeça e obrigou Alex a fazer a defesa.

No lance seguinte, aos 35 minutos, Rossato desceu na esquerda e observou Henan livre. O cruzamento do lateral sai rasteiro para o atacante que apenas desviou e virou o jogo a favor do Comercial. Mas faltava 1 gol para o Comercial tentar levar a definição do campeão para os pênaltis.

Mas a melhor chance foi do Tricolor. Aos 40 minutos, Correia cruzou bola na área, Carlão fez o corta-luz e Cassiano Bodini, livre, isolou a bola para fora. Mas este gol não fez falta para o Paulista, que pela 3ª vez na sua história levantou a taça de campeão Copa Paulista de futebol.

Copa Paulista de futebol 2011
Final – 2º jogo – Estádio Santa Cruz, em Ribeirão Preto – 19 de novembro – 19h
Comercial  2 – 1 Paulista (agregado dos 2 jogos da final: Paulista 3 – 1)

Comercial: Alex; Rafael Lomas, Marcel, Rafael Tavares e Rossato; Jordã (Silvinho Junior), André Bilinha, Hudson e Daniel Costa ; Junai e Tiago Marques (Henan). Técnico: Márcio Fernandes

Paulista: Giulliano; Samuel Xavier, Diogo, Diego Ivo e Reinaldo (Correia); Wellington, Bruno Formigoni, Madson e Alan Mineiro (Junior Alves); Mike (Cassiano Bodini) e Carlão. Técnico: Wagner Lopes

Gols: Carlão, de cabeça, aos 19 minutos do 2º tempo (Paulista 1 – 0); Henan, de cabeça, aos 27 minutos do 2º tempo (1-1), e em chute dentro da área, aos 35 minutos (Comercial 2-1)
Cartões amarelos: Rafael Lomas, Marcel, Hudson e Rossato (Comercial); Mike (Paulista)

Árbitro: Raphael Claus;
Assistentes: Daniel Paulo Ziolli e Fabricio Porfirio de Moura;
4º árbitro: Vinicius Gonçalves Dias Araujo

Matéria: Thiago Batista
Foto: Thiago Batista / Site da TV TEM  (temmais.com.br) / Facebook de Rafael Santos / Site da Federação Paulista de Futebol

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