Capitão do Estrela no ano passado, Branquinho: “Até agora não dá para acreditar” - Esporte Jundiaí Esporte Jundiaí: Capitão do Estrela no ano passado, Branquinho: “Até agora não dá para acreditar”

09/03/2018

Capitão do Estrela no ano passado, Branquinho: “Até agora não dá para acreditar”



Branquinho tem uma grande história no futebol amador. Foi campeão por Marlene, Jamaica e Ponte Preta. Jogou profissionalmente no Paulista. E foi o capitão do Estrela no ano passado. Estava tudo certo para atuar novamente no Azulão em 2018, e novamente ter em seus braços a tarja com a letra C. Mas o sonho de ser campeão pelo clube da Ponte São João foi interrompido nesta quinta-feira, com a decisão da diretoria do clube em não disputar a Série A do Amador pela primeira vez na história.


“Até agora não dá para acreditar. Muito triste, porque gostaria muito de ser campeão pelo Estrela. Um time de tradição, como o Estrela, onde todos têm vontade de jogar. Esse seria o meu segundo ano”, contou Branquinho. Ele não sabe como será o seu futuro, pois este ano estava acertado para jogar no clube.


Camisa 10 do Estrela no ano passado, Michel, este ano defenderá o Jamaica. Para ele foi um orgulho atuar no clube, já que o seu pai, Marquinhos também vestiu a camisa Azul e Branca. “Para mim foi uma honra jogar no Estrela e acredito que para o meu pai também. Ele sempre me disse coisas boas em relação as pessoas que estiveram à frente do clube, e no ano passado eu pude ter a certeza delas”, disse. O jogador perguntando sobre a ausência do Estrela neste ano respondeu: “Acho que dá forma como vem sendo o Amador nos últimos anos, pode se dizer que era previsível, que um dia o Estrela se retirasse do Amador, pela falta de comprometimento que a Liga tem com o campeonato”, afirmou.


Outro que vestiu com orgulho a camisa do Estrela, foi o meia Fernandinho, que este ano atuará pelo Resenha. E ele guarda apenas boas lembranças do Azulão. “Um ótimo lugar para jogar, diretoria honesta, organizado e cumprem o que prometem”, disse o meia, que atuou por 4 anos no clube, inclusive no ano que o clube completou 50 anos. “No aniversário de 50 anos, mandaram fazer a camisa 50 para mim. Uma das grandes lembranças é que fiz o gol contra a ponte nas quartas de final, faltando 5 minutos e a gente foi para semifinal do Amador, em 2013. Estava 1 a 0 e o Estrela iria ser eliminado”, contou o meia, que presentou a camisa 50 para um amigo. “O campeonato perde muito sem um time assim da grandeza do Estrela”, completou.