#4ªDivisão – Presidente do Paulista em entrevista a Difusora confirma que clube pode fechar parceria - Esporte Jundiaí Esporte Jundiaí: #4ªDivisão – Presidente do Paulista em entrevista a Difusora confirma que clube pode fechar parceria

19/05/2018

#4ªDivisão – Presidente do Paulista em entrevista a Difusora confirma que clube pode fechar parceria



Novamente o Paulista pode estar envolvido em uma parceria. Desta vez com um grupo do Oriente Médio. Neste sábado, o radialista Adilson Freddo trouxe a informação na Rádio Difusora que o clube está em vias de fechar uma parceria com um grupo estrangeiro. O presidente do clube, Pepe Verdugo, confirmou a informação, mas não entrou em mais detalhes.

A informação inicial é que seria um grupo árabe, mas o Esporte Jundiaí obteve a informação que o grupo investidor seria da Líbano (ou seja, libaneses). O departamento jurídico do clube já está cuidando do assunto, para saber se a parceria é viável para o clube. O que se comenta nos bastidores de Jayme Cintra, é que este grupo investiria no clube para fazer girar e com o tempo ajudar a sanar as dívidas do clube. O Paulista deverá dar resposta positiva ou negativa sobre a parceria até o final deste semestre.

Parcerias passadas
A primeira parceria do Paulista com um grupo investidor ocorreu em 1994, com a Magnata – grupo oriundo do Japão. Trouxe alguns jogadores famosos na época – como o goleiro Marola (ex-Santos) e o meio-campista Biro-Biro (sim, que fez muita história com o Corinthians). No ano seguinte, chegou a Lousano. E não foi uma parceria, e sim uma co-gestão. Foram dois anos de parceria com a empresa de fios e cabos elétricos (que já faliu). A co-gestão fez mudar o nome do clube (para Lousano Paulista) e tirou o Galo da 3ª divisão estadual para colocar na 2ª divisão em 1995 e o título da Copa São Paulo em 1997.

Em 1998, o Paulista iniciou a sua 3ª parceria, e a segunda como co-gestão – agora com a Parmalat. Está foi a parceria mais duradora – três anos e meio de duração, mas a mais polêmica, pois mudou as cores, uniforme, escudo e nome do Paulista – o clube se chamou Etti Jundiaí. O ápice da parceria foram os dois títulos conquistados em 2001; da 2ª divisão do Campeonato Paulistão e da Série C do Brasileirão. A co-gestão terminou em junho de 2002.

No início de 2007, o Paulista se viu abraçado à uma nova parceria -o Campus Pelé. O que era para ser um projeto inovador, com carimbo do Rei do Futebol, Pelé, foi um naufrágio, e o começo das inúmeras quedas do Paulista no futebol paulista e brasileiro. Na época da parceria, o Paulista disputa a 1ª divisão estadual e a Série B do Campeonato Brasileiro. Paulista e Campus Pelé durou três anos, e neste tempo, o Paulista caiu da Série B do Brasileirão para ficar sem série no Campeonato Brasileiro e começar a brigar contra o rebaixamento no Estadual.

A quinta e última parceira – se é que pode ser considerada, durou apenas o mês de janeiro de 2016. Um grupo de investidores, que se dizia oriundo de Portugal, queria investir no Paulista, mas com uma condição: o treinador seria Paulo Fernandes. Ele ficou apenas 20 dias no Paulista – ou um jogo – quando o Tricolor perdeu por 4 a 1 para o Bragantino, na estreia da 2ª divisão estadual. Após a derrota, a diretoria do clube na época demitiu Paulo Fernandes e encerrou a parceria, que ainda não havia efetuado o pagamento da primeira parcela. No fim da competição, o Galo acabou rebaixado a 3ª divisão estadual.