#Itupeva - Semana do Bebê: elas são ‘medalha de ouro’ na maternidade - Esporte Jundiaí Esporte Jundiaí: #Itupeva - Semana do Bebê: elas são ‘medalha de ouro’ na maternidade

05/08/2018

#Itupeva - Semana do Bebê: elas são ‘medalha de ouro’ na maternidade



Aliar bem-estar e saúde com a paixão pelo esporte, a profissão e o cuidar dos filhos. Assim é a vida das mulheres que representam Itupeva nas modalidades de competição! Seja no basquete, no futsal ou no vôlei, elas dão show dentro das quadras e são “medalha de ouro” como mães. Aproveitando a 9ª Semana do Bebê, a Prefeitura de Itupeva fez questão de conhecer um pouco mais sobre estas histórias de vida.

Michele Pereira (23 anos) voltou aos treinos de vôlei 43 dias após o parto normal. A rotina, obviamente, mudou por completo. “Antes dos treinos, eu amamentava o Lucas (está com 10 meses) e ia para o treino. Tinha vezes, também, que eu coletava o leite e deixava reservado. Caso ele chorasse, minha mãe o alimentava. E quando chegava do treino, amamentava novamente”, comentou.

Jéssica Cristina do Nascimento Torres Genari (31 anos) é jogadora de basquete. Para ela, o apoio do marido é fundamental. “Assim que minha médica me liberou, eu voltei aos treinos. A Maria tem seis meses e a amamentação não me atrapalha em nada, muito pelo contrário. Inclusive, meu marido me acompanha nos jogos e, caso precise, durante o intervalo eu subo até a arquibancada e alimento minha filha”.

Francielli Lauana Stieven (33 anos) atua no futsal e ainda tenta retomar a agenda de treinos e jogos após ser mãe. “Ainda não consegui voltar com uma frequência aos treinos de futsal, pois dependo da disponibilidade da minha mãe para cuidar da Rafaella (3 anos e 5 meses) e do Gabriel (1 ano e nove meses). Mas comecei a fazer exercícios numa academia, logo de manhã, enquanto as crianças dormem”, afirmou. A família é o principal auxílio que Francielli tem para cuidar das crianças e ela fez questão de agradecê-los. “Meu esposo Rafael diariamente me ajuda com os banhos, trocas de fraldas e alimentação, sempre com muito amor. Minha mãe Fátima e meu pai Valdecir estão sempre dispostos em qualquer situação, com um cuidado fora do comum. Minha sogra e sogro, Marta e Rubens, também me ajudam com muito zelo e amor. A bisavó Onilde está sempre presente para tudo que precisarmos e agora também sou muito grata à Mayara, primeira professora da Rafaella. Agradeço muito a Deus, por ter pessoas tão especiais comigo”.

Desafios
Independentemente da idade, escolaridade, raça, atividade ou classe social, os desafios que as mulheres enfrentam na maternidade são diversos e atemporais. “Tive um problema logo depois que o bebê nasceu: meus seios ficaram com fissuras, pois ele não estava conseguindo fazer a sucção. Mas deu tudo certo e eu o amamentei até os seis meses”, afirmou Michele.

“A Maria está com quase seis meses, já voltei a trabalhar e ela vai para a escolinha. Quem me auxiliou na questão da amamentação foi a Vera Bruder, do Primeiríssima Infância. Muitas mulheres acabam desistindo por falta de instrução e informação”, declarou Jéssica. “A minha primeira gestação foi bem tranquila, não tive nenhuma dificuldade e trabalhei até o último dia de gravidez. Já na segunda, descobri que tinha um afastamento dos músculos abdominais (diástase abdominal), o que me causou muitas dores, principalmente porque meu segundo filho nasceu com quase 4 quilos”, explicou Francielli.

Recados
Os grupos de gestantes nas UBSs têm como missão aproximar as futuras mães da real maternidade, apresentando os obstáculos e desafios. Além disso, é uma forma das mais experientes compartilharem experiências. “A maternidade é o melhor momento da vida de uma mulher. Desde a descoberta da gravidez até a hora do parto, tudo é mágico, diferente e transformador. Na hora que nasce, então, parece que a gente renasce junto. É ali que a gente se torna uma verdadeira mãe. É um amor que transborda, é perfeito. Minha melhor escolha foi meu filho!”, declarou Michele. “Meu esposo e eu não sabíamos o tamanho que poderia vir a ser o nosso amor até que tivemos nossos filhos em nossos braços. Eles são a alegria da nossa casa, nossos grandes amores!”, afirmou Francielli.