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17 de maio de 2019

Paulista - 110 anos! Jornalistas e historiador escolhem sua seleção



Nos 110 anos do Paulista, muitos craques passaram com a camisa gloriosa do Tricolor. Muitos jogadores, mesmo sem grande técnica, mas com vontade e dedicação ficaram na memória. O Esporte Jundiaí convidou jornalistas e um historiador sobre o Galo para colocarem a sua seleção do Paulista - do período que eles viram o Paulista jogar (não é uma seleção da história do clube, e sim uma seleção do período que eles viram o Tricolor jogar).

Ayrton Miguel Vaz - Rádio Cidade
Rafael Bracalli, Lucas, Dema, Rever e Julinho; Fábio Gomes, Cristian, Juliano; Mossoró, Léo e André Leonel

Ficaria com todo time da Copa do Brasil, que ainda tinha o Fábio Vidal. Colocaria aí o Ricardo Diabo Loiro, Nene , o goleiro Vitor, Rever e Marcinho. Tivemos outros grandes jogadores, mas vieram prontos com o nome: Beto, Casagrande, Edu Lima, Biro Biro e outros que vieram prontos como um marketing para o clube
Voto em três nomes como revelação: Nenê, Ricardo e Mário. Mas tem muitos.

Adilson Freddo - Rádio Difusora
Rafael Bracali, Dedimar, Jurandir, Réver e Dirceu; Tião Macalé, Vagner Mancini, Benê e Xisté; Gerson e Ricardo Diabo Loiro

Emerson Leite - Trabalhou nos principais jornais e rádios de Jundiaí
Rafael; Lucas, Martinelli, Rever e Dalmo Gaspar; Fábio Gomes, Cristian, Claudinho e Neto; Ricardo Narucevicius e Edu Lima. Técnico: Wagner Mancini.

Para mim a seleção do Galo tem de ter como base a equipe que conquistou a Copa do Brasil de 2005. Que me desculpe quem tem opinião contrária, mas é o título mais importante da história do clube em grandeza, repercussão e envolvimento de toda a região. Mas não dá para esquecer de alguns nomes que marcaram história no clube, não é? Por isso dei uma mesclada com craques como o Edu Lima e o Neto; o Claudinho, meia do título da Copa São Paulo de 1997; o ídolo Ricardo 'Diabo Loiro'; nossos eternos Martinelli e Dalmo Gaspar.

João Carlos Coutinho - Jornal da Cidade e TV Conquista Web
Rafael Bracalli; Mauro (1995), Réver, Anderson Batatais e Fábio Vidal; Carlinhos Gouveia, Vágner Mancini, Canindé e Márcio Mossoró; Edu Lima e Léo Aro
Foram tantos jogadores incríveis que acompanhei defendendo o Paulista desde 1993, com as mudanças de nomes para Lousano Paulista, Etti Jundiaí e voltando para o nome original. Certamente vou deixar muitos nomes de heróis deste clube de fora, mas levando em consideração pelo que eu pude assistir in loco, já te digo que esta minha seleção reuniu atletas do período de pouco investimento, mas muito sucesso como a maior conquista do clube nestes 110 anos: a Copa do Brasil de 2005, mas também outros jogadores que ajudaram a subir ou melhorar a imagem do Tricolor no cenário futebolístico. Sobre as escolhas Bracalli o ‘pequeno’ gigante na meta tricolor, desbancando Victor. Mauro, lateral da equipe do Lousano Paulista na Série A3 em 1995; Na zaga escolho uma dupla que foi campeã da Copa do Brasil, e que chegaram a atuar juntos. Na lateral esquerda optei por Fábio Vidal - muito regular, jogava com a perna direita pelo lado esquerdo e fez gol salvador em 2005 contra o Bahia para salvar o Galo do rebaixamento no Brasileiro da Série B
No meio campo, Vagner Mancini, extremamente regular e também bom na marcação, virou técnico vitorioso anos mais tarde e também escolho Carlinhos Gouveia (mais tarde virou Carlinhos) que jogou num período de vacas magras do Galo e salvou o time de cair para a Série B-1 em 1994. Canindé, praticamente, por suas atuações, levou o Paulista à final do Campeonato Paulista de 2004, quando o Galo só perdeu para o fortíssimo São Caetano. Mas faria uma menção honrosa Claudinho, um dos heróis do título do Galo na inédita Copa São Paulo de Juniores, em 1997.   O outro é Márcio Mossoró, foi um dos responsáveis por atuações memoráveis e gols que levaram o Galo ao título da Copa do Brasil Lembro de Edu Lima, pois foi tão decisivo para o acesso do Galo para a Série A-2 em 1995, que deveria ter recebido um busto na época. Foi implacável com a camisa do Tricolor. E por último, sem contar Ricardo Diabo Loiro, que não vi jogar, elejo Léo Aro, a flecha do arco chamado Mossoró.

Marcelo Tadeu - narrador (passagens por Rádio Cidade e Difusora)
Rafael Bracalli, Lucas, Dema, Rever e Julinho; Fábio Gomes, Cristian, Amaral e Juliano; Mossoró e Léo
Comecei a acompanhar  o Paulista de 2000 para cá. Não tenho referência para avaliar o melhor onze da história do clube. De qualquer forma escalo como melhor  onze o time base de 2005 (Copa Brasil) até porque esse time conquistou o maior título de sua história centenária. Essa é minha argumentação, maior título, melhor onze! Evidente que individualmente entendo que Vitor é mais goleiro do que Rafael, Hernane Brocador melhor que Leonel e Abraão, Reinaldo melhor que Julinho enfim. Mais escalo o time de 2005

Ivan Gottardo - Historiador sobre o Paulista - fanaticopaulista.blogspot.com
Artur; Lucas, Anderson, Thiago Martinelli e Julinho; Vagner Mancini, Fábio Gomes, Mossoró e Edu Lima; Jean Carlos e Nenê
Artur foi o goleiro mais completo que vi embaixo das traves do Paulista, defesas espetaculares e especialista em defender pênaltis. Os dois laterais foram
revelados nas categorias de base e que sempre defenderam com honra a camisa tricolor. Uma menção honrosa também para Fábio Vidal. Na zaga, Anderson foi o grande capitão, e se impunha também no desarme e posicionamento. Thiago Martinelli era extremamente técnico.
No meio campo, Mancini antes de se tornar um dos maiores técnicos da história do Paulista, foi capitão do time e, para mim, foi o melhor jogador que vi jogar no clube. Sabia desarmar, tinha um belo passe, desfilava em campo com sua técnica. Fábio Gomes era o representante da torcida, que saiu das arquibancadas para dentro de campo, sempre jogando com muita raça e honrando a camisa tricolor. Na armação o Mossoró explodiu no ano da maior conquista do clube. sempre indo pra cima e entortando as defesas adversárias. Entra nesta seleção pelo destaque naquela conquista. Edu Lima foi meu primeiro ídolo no Paulista, jogador extremamente técnico, especialista na bola parada e em deixar os atacantes na cara do gol. Craque! Jean Carlos, o homem gol do Galo na virada do século passado. Chegou sem muito alarde, mas cansou de marcar gols e alegrar a torcida, entrando na lista de maiores artilheiros do clube. Não era um primor técnico, mas dentro da área era implacável. Nenê, outra revelação jundiaiense, extremamente habilidoso e que enchia os olhos com seus dribles. Não a toa fez sucesso mundial.

Rafael Santos - TV TEC Jundiaí
Rafael Bracalli, Lucas, Dema, Rever e Julinho; Fábio Gomes, Cristian, Amaral e Juliano; Mossoró e Léo
Creio que a formação melhor foi a do jogo o primeiro da final contra o Fluminense na Copa do Brasil

Rivelino Teixeira - Canal 25
Rafael; Benazzi, Mário (1984), Rever e Fabio Vidal; Cristian, Mancini, Marcinho e Gil (1978 e 1979); Ricardo Diabo Loiro e Edu Lima. Técnico: Giba
O Gil foi o melhor 10 que vi jogar no Paulista. Ele atuou nas equipes de 1978 e 1979

Samuel Oliveira - Rádio Cidade
Rafael Bracali; Lucas, Thiago Martinelli, Anderson Batatais e Fábio Vidal; Gleissinho, Cristian, Canindé
 e Mossoró; Jailson e Izaías
Comecei a acompanhar a partir de 2001 com um pouco mais de conhecimento. Minhas escolhas são embasadas pelos times que mais marcaram nos anos 2000 de ouro do Galo - o time de 2001, o de 2004 da final do Paulistão e o de 2005 campeão do Brasil
Paulista - 110 anos! Jornalistas e historiador escolhem sua seleção Paulista - 110 anos! Jornalistas e historiador escolhem sua seleção Reviewed by Thiago Batista on 06:12 Rating: 5

Um comentário

Fabiano disse...

Victor, Benazzi, Réver, Alexandre (1984), Dalmo Gaspar, Gérson Andreotti, Vagner Mancini, Célio, Mossoró, Ricardo Diabo Loiro e Jean Carlos. Técnico: Nicanor de Carvalho.

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