Análise – Thiago Batista: Amparo caiu na armadilha do Paulista, de Edson Fyu - Esporte Jundiaí Pular para o conteúdo principal

Análise – Thiago Batista: Amparo caiu na armadilha do Paulista, de Edson Fyu



O Paulista traçou uma estratégia para vencer o Amparo. E pelo que se viu nos 90 minutos deu super certo: deu a bola a equipe oponente, que com a bola nos pés não soube o que fazer, e quase não ameaçou o gol do goleiro Matheus Lopes. E o Amparo caiu na armadilha que Edson Fyu tanto queria: campo para contra-atacar.

Dos três gols do Paulista, dois foram com jogadores do Paulista livres, e com “bastante espaço” para avançar. E estes dois gols, teve os goleadores do Galo livres de qualquer tipo de marcação – inclusive do goleiro.

O primeiro gol do jogo o Amparo caiu na arapuca que o Tricolor queria: a linha de marcação adversária bastante alta. O zagueiro Mateus estava praticamente na linha de meio de campo quando perdeu a bola para Jeferson. Mais veloz o atacante do Tricolor deu um “tchau” no rival, para deixar Edinan, que na jogada ficou o tempo todo sem marcação, para fazer o gol.


O segundo gol do Paulista, não foi de contra-ataque e nem de linha alta de marcação do time adversário. Mas foi de um Galo veloz, que em poucos toques chegou ao gol.


O terceiro gol do Tricolor que matou a partida, foi quase uma repetição do primeiro gol. Linha alta da marcação adversária, Paulista rouba a bola, e parte em contra-ataque para chegar ao gol adversário.  



E antes do terceiro gol entra um detalhe tático: Fyu tirou um atacante – Jeferson, que fez um ótimo primeiro tempo, mas havia cansando na etapa final; para colocar um meio-campista Carlinhos (jogador que a bola bate para o Galo puxar a jogada de ataque para fazer o terceiro gol). Não foi uma opção de fechar o time, e evitar a qualquer custo o gol do Amparo, e sim o Amparo avançar mais a sua linha de defesa – o que ocorreu.

Isso posto, um detalhe: o Paulista não foi um time retrancado, que colocou “10 zagueiros” na área. O time traçou uma estratégia, e nesta tática marcar a maior quantidade de gols possíveis – era forçar a linha alta da equipe adversária. Quando o jogo estava 2 a 1, Edinan quase roubou uma bola no meio de campo da zaga adversária.

Fyu deu a bola para o Amparo, mas desde que a saída fosse com os zagueiros do time adversário. Com isso, a equipe alvinegra tinha dificuldades em criar, devido a qualidade dos seus defensores com a bola nos pés.

No futebol moderno de hoje, zagueiro não é apenas para dar bico para o lado. Muitas vezes é onde se começa o jogo. Ainda mais com a mudança da regra do tiro de meta agora, onde estamos vendo muitas cobranças curtas, com a saída de bola sendo executada pelos defensores.

O único ponto ruim do jogo foi o gol sofrido. Não foi com a bola no pé. Foi com a bola no chão, em jogada de escanteio, onde o atleta adversário sobe na pequena área para marcar. Algo que precisa ser corrigido.


O Paulista no fim de semana mostrou que tem duas formas de jogar. Uma de saber esperar o adversário, como foi contra o Amparo. A outra é de encurralar um rival (fraco tecnicamente) onde pode fazer muitos gols, como foi contra as equipes de Mogi das Cruzes e o Suzano.

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