Professores de Várzea recebem formação sobre rugby - Esporte Jundiaí Pular para o conteúdo principal

Professores de Várzea recebem formação sobre rugby



Na última quarta-feira (4), cerca de 160 professores da Rede Municipal de Ensino de Várzea Paulista participaram de uma formação sobre rugby em cadeira de rodas, na quadra do Espaço Cidadania. O encontro, conduzido por uma equipe da Adeacamp (Associação de Esportes Adaptados de Campinas), que incluiu atletas da Seleção Brasileira do esporte paraolímpico, forneceu informações básicas sobre a modalidade e o trabalho da entidade campineira. Em outro momento, professores voluntários jogaram uma partida contra a equipe da associação. “O objetivo é mostrar a importância do esporte na vida das pessoas com deficiência, como uma saída para superar a dificuldade de estar em uma cadeira de rodas”, explica Glauce Rocco Parazzi, coordenadora pedagógica de Educação de Várzea Paulista.

A ação é uma parceria entre a pasta municipal de Educação, CCR AutoBan e EGDS (Escola de Governo e Desenvolvimento do Servidor). Participaram diversos professores do Ensino Fundamental e Educação Infantil, em especial os de educação física, artes e AEE (Atendimento Educacional Especializado), convocados ao curso. Os servidores tiveram um apanhado geral das regras.

O jogo é vencido por quem faz mais gols ao término de quatro períodos de oito minutos cada. Na modalidade, o gol é a ultrapassagem da linha de gol adversária com a bola na mão dentro de 40 segundos. Outra regra explicada foi a de que o contato entre os atletas não é permitido, mas apenas o do defensor com a bola, para tirá-la do adversário. O atrito entre as cadeiras, desde que só se atinja a roda da parte que vai de seu eixo para a frente, também é liberado. 

Na formação, também foi reforçada a relevância de atuar com alunos municipais que possuem deficiência de forma individualizada. O momento prático no qual os professores jogaram uma partida foi muito interessante, segundo a coordenadora. “Foi muito legal ver a alegria deles ao ajudar os atletas e mudarem para as cadeiras usadas no jogo. Eles perceberam que realmente é preciso ter uma superação muito grande para praticar esse esporte”, afirmou Glauce.