A unidade do Sesc Jundiaí reabre de forma gradual e já com atividades físicas. Segundo comunicado enviado a imprensa, todas as 40 unidades do estado devem retornar à medida que os municípios em que estão instaladas atinjam a classificação necessária para reabertura, estabelecida pelo Plano São Paulo do Governo do Estado, e em conformidade com as regulações municipais. Apenas as unidades do Sesc instaladas em cidades que estão na fase 2 (laranja) e 3 (amarela) estarão habilitadas a reabrir. Atividades físicas só poderão retornar em municípios que estiverem na fase amarela, como é o caso de Jundiaí. As visitas espontâneas à unidade seguem suspensas.

 

A volta será gradativa, com um número restrito de atividades, dirigidas aos alunos que já eram inscritos nos cursos de ginástica multifuncional, práticas corporais e corrida, além de pacientes das clínicas odontológicas cujos tratamentos foram interrompidos pela pandemia. Todas essas atividades serão previamente agendadas, visando restringir a circulação de público no interior das unidades.

 

“A ação do Sesc é bastante abrangente. Ela envolve a ação no campo da cultura, com todas as suas linguagens: na música, no cinema, no teatro, na dança, nas artes visuais. Mas o Sesc tem uma ação mais ampla, socioeducativa, na medida em que atua também com grupos vulneráveis, como idosos, crianças e pessoas de baixa renda”, afirma o diretor do Sesc São Paulo, Danilo Santos de Miranda.

 

“É um renascimento. Tivemos que inventar um modo de fazer, primeiro no ambiente virtual, e agora no presencial. Faremos tudo com o cuidado e os protocolos necessários para a segurança de funcionários e do público para, em seguida, pensar no pós-pandemia”, finaliza o diretor.

 

Desde o último dia 10 de agosto, uma parcela dos funcionários iniciou os treinamentos para os protocolos de segurança em saúde, higiene e comportamento, e a intensificação dos trabalhos para a readequação estrutural das unidades. Eles tiveram consultoria técnica de profissionais como os médicos Dráuzio Varella e Esper Kallás.

 

Por Thiago Olim

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