Palmeiras e Santos não conseguiram bons resultados na noite deste sábado (21) pelo Campeonato Brasileiro. Os dois clubes entraram em campo pela 22ª rodada bastante desfalcados por conta da covid-19 e foram derrotados por Goiás e Athletico-PR, respectivamente. Ambos com gols no final e pelo mesmo placar – 1 a 0.

Na Arena da Baixada, em Curitiba, o Santos com dois desfalques direto pela covid-19, só que mais de uma dezena de atletas recuperados mas sem condição física justamente por causa do coronavírus, perdeu para o Athletico-PR por 1 a 0, com gol marcado pelo zagueiro Thiago Heleno, de cabeça, aos 30 minutos do segundo tempo.

O Santos estacionou nos 34 pontos e está na sexta colocação, mas ainda pode ser ultrapassado por Grêmio e Fluminense no complemento da rodada. Já o Athletico-PR emplacou a quarta vitória seguida e subiu para o nono lugar, com 28.

Com 18 desfalques por covid-19 e jogando com um a menos desde os 40 minutos do primeiro tempo, o Palmeiras também perdeu por 1 a 0 para o Goiás, na Serrinha, em Goiânia-GO. O único gol da partida foi marcado por Miguel Filgueira nos acréscimos.

A queda da invencibilidade de nove jogos fez o Palmeiras ficar nos mesmos 34 pontos do Santos, mas em quinto lugar por causa do saldo de gols. Apesar de encerrar um jejum de 12 jogos, o Goiás continua na lanterna, com apenas 15 pontos.


Covid

O Santos não poderá contar com o goleiro João Paulo, o lateral-direito Madson e o volante Sandry na partida contra a LDU, na terça-feira, às 19h15 (de Brasília), no Equador, válida pela ida das oitavas de final da Copa Libertadores.

O trio contraiu a Covid-19 na última semana, cumpriu os dez dias de quarentena. De acordo com comunicado divulgado pelo Peixe após a partida, eles testaram negativo para o coronavírus em exame realizado na quarta, mas voltaram a receber o resultado positivo em testes feitos na sexta-feira.

Segundo o Santos, eles não apresentam quadro clínico ou sintomas da doença e não podem transmitir a doença. Por isso, podem ser utilizados no Brasileirão, mas não na Libertadores, que tem protocolo diferente.


Por Thiago Batista de Olim - Foto: Divulgação