Apesar de a partir de quarta-feira, dia 2 de dezembro, todo estado de São Paulo estar na fase amarela do Plano São Paulo, no atual momento a região do Aglomerado Urbano de Jundiaí não sofrerá nenhum tipo de mudança, segundo nota publicada pela Prefeitura de Jundiaí em seu site oficial. A decisão recebeu aval de médicos especialistas do Centro de Contingência do Coronavírus em São Paulo. A medida não fecha setores econômicos em nenhuma das 645 cidades paulistas.

Em Jundiaí, segundo a Prefeitura, nenhuma atividade será fechada, neste momento, mas ficam submetidas a regras e protocolos sanitários disponíveis no site www.saopaulo.sp.gov.br/coronavirus.

A Prefeitura também informa que permanece válido o horário ampliado para o funcionamento do comércio no mês de dezembro, conforme divulgado pela administração municipal e sob os critérios da fase amarela de flexibilização.

O prefeito e presidente da Aglomeração Urbana de Jundiaí (AUJ), Luiz Fernando Machado, reunirá os atuais mandatários e os prefeitos eleitos das seis cidades, no sábado (5), para traçar novas ações coletivas de enfrentamento ao coronavírus.

Segundo a nota, na reunião serão discutidas ações no sentido de fortalecer a manutenção das medidas proteção como o uso de máscara, higiene frequente das mãos, isolamento e distanciamento social, com o objetivo de assegurar o combate efetivo da doença, sem prejuízo de ações para o fortalecimento das atividades econômicas.


Esporte na fase amarela

Segundo o Plano São Paulo na fase amarela, o esporte não profissional sofre diversas modificações que são as seguintes: academias de esporte de todas as modalidades e centros de ginástica terão capacidade reduzida de 60% para 30% e aulas e práticas em grupo estão suspensas.

Em São José dos Campos já ocorreu proibições no Vale do Paraíba. Em coletiva transmitida via internet, Felício Ramuth e Danilo Stanzani, prefeito e secretário da saúde da cidade afirmaram que a única atividade que voltará a ser proibida é o esporte de contato, como o futebol em quadras de society.


Por Thiago Batista de Olim