Lewandoski é o nome do dia. No futebol é o melhor atleta do mundo de 2020 - Esporte Jundiaí

Propagandas

Lewandoski é o nome do dia. No futebol é o melhor atleta do mundo de 2020

O nome da moda neste 17 de dezembro de 2020 é Lewandoski. Seja como juiz, seja como jogador de futebol. Se o jurista está fazendo o que deve ser o certo se pensando na população brasileira, o atleta polonês fez o que é se espera de um atacante: gols. Muitos gols! E títulos! E por isso foi eleito o melhor jogador do mundo da temporada 2020.

Eleito o melhor jogador do mundo pela Fifa, o atacante Robert Lewandowski, do Bayern de Munique, marcou incríveis 55 gols em 47 jogos pelo clube alemão na última temporada. Foi campeão de quase tudo que disputou na temporada e no ano: Supercopa alemã 2020, Liga dos Campeões 2019/20, Supercopa europeia 2020, Campeonato Alemão 2019/20 e Copa da Alemanha 2019/20 (somente foi vice da Supercopa alemã 2019).


Sobre o jurista

O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), avalizou nesta quinta-feira a compra, por estados e municípios, de vacinas contra a Covid-19, no caso de a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) não autorizar, em até 72 horas após registro internacional, o uso dos imunizantes.

A medida, segundo o ministro, também pode ser adotada em caso de descumprimento do Plano Nacional de Imunização por parte do governo federal. A decisão de Lewandowski foi tomada em duas ações: uma apresentada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e outra pelo estado do Maranhão.

Mais cedo, ele votou no julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) que decidirá se a população pode ser obrigada a se vacinar contra o coronavírus, e Ricardo Lewandowski se manifestou a favor da obrigatoriedade, mas contra a possibilidade de que as pessoas sejam fisicamente forçadas a se imunizar.

Para o ministro, o Estado pode apenas impor sanções aos que não se vacinarem por meio de medidas indiretas como impedir os não imunizados de exercer determinadas atividades ou frequentar certos lugares. Ele também decidiu que essas medidas indiretas não serão exclusividade do governo federal — ou seja, Estados e municípios também poderão adotar sanções contra quem se recusar a vacinar.


Por Thiago Batista de Olim - Foto: Divulgação

Postar um comentário

0 Comentários