Thiago Batista e a sua seleção da década no Brasil (2011-2020) - Esporte Jundiaí

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Thiago Batista e a sua seleção da década no Brasil (2011-2020)

Eu fiz neste 29 de dezembro de 2020 a minha seleção da década dos melhores que eu vi jogar no futebol brasileiro nesta década que se encerra agora no próximo dia 31. Minha seleção se baseia pelo que os atletas renderam no seu máximo nestes últimos dez anos. Vamos a seleção.

 

GOLEIRO

Cássio – Disparado o melhor goleiro brasileiro em rendimento. Pode não ser o melhor tecnicamente da década (tínhamos um promissor Rafael surgindo no Santos), mas os seus inúmeros títulos pelo Corinthians o credenciam a ser o número 1 da lista

 

LATERAL DIREITO

Fagner – É a posição mais carente do futebol mundial. Por exclusão, o lateral-direito do Corinthians pela sua regularidade (até mesmo no quesito violência) entra na lista

 

ZAGUEIROS

Geromel – Muito regular nos seis anos que está no clube gaúcho, foi sempre um dos pilares do sistema defensivo do time gaúcho.

 

Réver – Jogou muito na primeira parte desta década, sempre mostrando muita técnica para desarmes e muito eficiente no jogo aéreo – até mesmo no ofensivo, marcando gols importantes.

 

LATERAL ESQUERDO

Fábio Santos – Muita regularidade quando esteve atuando com as camisas de Atlético Mineiro e Corinthians. Até mesmo nesta sua segunda passagem vem mostrando um ótimo futebol, especialmente na sua leitura defensiva, principal qualidade que deve ter um lateral.

 

MEIO-CAMPISTAS

Paulinho – Seu melhor futebol foi na primeira parte da década, quando se destacava com suas arrancadas para surpreender os times adversários fosse por Corinthians, fosse por seleção brasileira. Tinha bom poder de marcação quando foi treinado por Tite.

 

Renato Augusto – No futebol brasileiro jogou apenas entre 2013 e 2015, mas jogou muita bola, especialmente quando atuava não como meia-armador e sim meio-campista, que ajudava na marcação, buscando a bola para armar o jogo. Como a Olímpiada Rio 2016 foi no Brasil, jogou demais naquela seleção, especialmente a partir do 3º jogo da seleção sub-23.

 

Everton Ribeiro – O nome mais regular no futebol brasileiro. Foi um senhor jogador no Cruzeiro na conquista de dois títulos brasileiros e continuou um grande jogador quando foi para o Flamengo, sendo um dos principais nomes na conquista da Libertadores em 2019.

 

ATACANTES

Ronaldinho Gaúcho – Jogou no futebol brasileiro entre 2011 e 2012 pelo Flamengo e entre 2012 e 2014 no Atlético Mineiro. No Flamengo teve atuações muito boas, como naquela Santos 4 x 5 Flamengo. O time rubro-negro podia deixar a desejar, mas R10 não. E no Atlético Mineiro foi seu auge no futebol brasileiro, quando lembrou muitos momentos do que viveu no Barcelona, especialmente no Brasileirão de 2012 e na Copa Liberadores de 2013. Ainda atuou, sem brilho é verdade no Fluminense em 2015.

 

Neymar – Nem preciso dizer o que ele fez com a camisa do Santos, especialmente na conquista da Libertadores de 2011. Ainda jogou muito no Brasileirão de 2012, mesmo tendo entrando em campo poucas vezes na competição pois sempre era chamado pela seleção brasileira.

 

Gabigol – Três vezes artilheiro da Copa do Brasil (2014, 2015 e 2018), uma vez goleador da Libertadores (2019) e duas vezes artilheiro do Campeonato Brasileiro (2018 e 2019). Único jogador da história a ser artilheiro da Copa do Brasil e do Campeonato Brasileiro no mesmo ano – 2018. Não precisa dizer mais nada do porque consta seu nome.

 

TÉCNICO

Tite – Revolucionou o Corinthians e duas vezes. Na sua primeira passagem ganhou tudo: Paulistão, Brasileirão, Libertadores, Mundial e Recopa Sul-Americana, entre 2011 e 2013. Na segunda vez levou o Timão ao título brasileiro de maneira incontestável, em 2015. Pegou uma seleção brasileira desacredita em 2016, de virtualmente fora da Copa do Mundo, para terminar líder das Eliminatórias. E fecha a década com título da Copa América pelo Brasil. Algo mais a dizer?


MENÇÕES HONROSAS

Fernando Prass (G); Danilo (LD), Edu Dracena (Z), Dedé (Z), Léo (LE); Arouca (MC), Moisés (MC) e Artur (MC);  Lucas Moura (A), Gabriel Jesus (A) e Borges (A); Cuca (T)


Por Thiago Batista de Olim - jornalista e editor do Esporte Jundiaí - Foto: Divulgação

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