Thiago Batista: Concordo com Paulo Calçade: a zueira no futebol tem que acabar - Esporte Jundiaí

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Thiago Batista: Concordo com Paulo Calçade: a zueira no futebol tem que acabar

Assisti na madrugada de segunda para terça-feira a reprise do ótimo programa Linha de Passe, da Espn Brasil. Na análise sobre a derrota do Palmeiras para o Tigres na Copa do Mundo de clubes da Fifa, onde ninguém falou em vexame sobre o resultado, e sim fez uma análise certeira do revés palmeirense. gostei de um trecho dito por Paulo Calçade, comentarista do programa: a zueira no futebol tem que acabar. E eu concordo com a frase dita por Calçade.


Paulo Calçade durante o programa disse o seguinte: “O futebol ele é ignição de muita loucura de muita gente. O futebol e a política é a ignição que tem de pior. O mais chato que tive que aguentar de uma pessoa é a chateação era sobre os memes, que estavam circulando. Perguntei a ele se o site pois o meme, ele disse que pós. Abordei que o Marcos zoa os outros, a pessoa disse que é diferente. É uma loucura pura. Quando isso interfere na saúde mental das pessoas eu torço para acontecer. Como acontece com 90% eu torço para acabar”.


Gian Oddi argumentou que o mundo vive um momento maluco, que os memes são gatilhos para reações violentas e desproporcionais. Leonardo Bertozzi abordou ainda que muitas das vezes um torcedor recebe o meme na sua rede social e desconta na rede social do jogador, e que isso não é um fenômeno apenas no Brasil e sim no mundo inteiro.  Vitor Biner ainda disse que o problema dos memes não é exclusivo do futebol. “Problema que se você tiver uma rede social e colocar a foto de uma pizza você será xingado. Se colocar a foto de uma flor será ofendido. O problema não é futebol”. 


Gian Oddi ainda argumentou que o futebol está quase virando uma discussão ruim como ocorre na política, onde há uma divisão clara. “O futebol era deveria ser a coisa que nos traz alegria, o lazer que as pessoas tem sem sair de casa. Se colocar a foto de uma pizza um ou outro te xingue, mas vai ser uma proporção bem menor do que qualquer opinião que emita em relação ao futebol. Futebol se equipara a política e isso é uma loucura completa. O futebol hoje consiga desperar uma máquina de ódio como a política. A política não deveria ser, mas infelizmente no mundo a política virou uma máquina de ódio. E no Brasil o futebol virou uma máquina de ódio tão grande quando a política e não é para isso que o futebol existe”.


Nem preciso mais argumentar, depois de tudo que foi dito pela turma do Linha de Passe. Cada um precisa maneirar um pouco. Precisamos todos (e me incluo) baixar a bola sobre memes. Devemos analisar mais o futebol como jogo mesmo, e se divertir como ele é na sua essência. O sorriso no rosto a cada gol. E não ficar alegre porque um Felipe Melo da vida entra de carrinho quase arrebentando o adversário, sempre com um cara de raiva. O Felipe Melo é o retrato do futebol brasileiro: ódio 100% do jogo. Eu prefiro outro retrato: da comemoração do Breno Lopes, do Marinho, Soteldo, Léo Natel, Messi, CR7...


Quem quiser assistir o ótimo trecho do Linha de Passe, pode ver no player abaixo, a partir de 38min30

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