Thiago Batista: Minha seleção do Brasileirão de 2020 (sem Claudinho e “lateral-direito”!) - Esporte Jundiaí

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Thiago Batista: Minha seleção do Brasileirão de 2020 (sem Claudinho e “lateral-direito”!)

Motivado pela notícia do Uol, que informou a “GRANDE PIADA” deste começo de 2021, quando noticia que Claudinho, meia-atacante do Bragantino, foi eleito por um colegiado da CBF (que tem jornalistas) o CRAQUE DO BRASILEIRÃO. Isso mesmo, Craque do Brasileirão, um jogador do 11º colocado, que apesar dos 17 gols, é um “vagalume” em campo, que com uma camisa mais pesada tem grandes chances de ser um Acosta (lembram dele?) ou próprio Michel agora no Flamengo.


Dito isso, a minha seleção do Brasileirão tem mais uma polêmica, que é não ter um lateral-direito de ofício. Os “melhorzinhos” na função foram Fagner e Isla, de Corinthians e Flamengo, respectivamente. Mas os dois se fosse dar uma nota ficariam abaixo de 5, o que exclui ambos de entrar na seleção. Por isso, minha seleção vai ser escalada no 3-4-3 (um esquema comum na Europa).


Gabriel Menino atua como meio-campista, que muitas vezes joga como ala, vai entrar nessa função na seleção. Mesmo ocorre com Arana, que muitas vezes no Atlético Mineiro era mais um ala, com liberdade para criar no meio, do que propriamente um lateral.


Uma menção honrosa fica aqui: Luciano, atacante do São Paulo. Fez um grande campeonato, e apesar da queda do time, continuou jogando bem, sendo a alma do time. Não entra na seleção, pois três atacantes tiveram atuações ótimas ao longo da temporada do Brasileirão. Outro jogador do São Paulo que na minha visão fez bom Brasileirão e poderia ter entrando na lista é o volante Luan, pois quando jogava dava a sustentação necessária ao sistema defensivo. Sem ele no meio-campo, o São Paulo tomou muitos gols e o sistema defensivo desandava – algumas vezes Luan era colocado como zagueiro por Fernando Diniz.


O craque do Brasileirão é Marinho e explico. Foi o jogador mais regular na temporada 2020 do campeonato. As atuações dele no Campeonato Nacional para mim foram até melhores algumas vezes do que na Libertadores. Se Marinho não estivesse no elenco do Santos, em vez de ter se qualificado para a fase preliminar da Copa Libertadores, corria um risco enorme de nem ter se qualificado para disputa da Copa Sul-Americana. Foram 17 gols no Brasileirão e 8 assistências. Ele participou de 25 dos 52 gols do Peixe. Ou seja 48% dos gols do alvinegro da Vila Belmiro tiveram participação direta de Marinho. Sem ele, o Santos posso cravar, estaria no máximo com vaga na Copa Sul-Americana.

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