17 anos do Paulista vice-campeão paulista... Inicio do sonho do título de 2005 - Esporte Jundiaí

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17 anos do Paulista vice-campeão paulista... Inicio do sonho do título de 2005

Em um domingo, de 18 de abril de 2004, o Paulista perdia um jogo, mas seu elenco e torcida comemorava. 17 anos depois que se completam neste domingo, um vice-campeonato é lembrado mais com orgulho do que lamentação, até porque foi ali o inicio de um grande sonho. De um título muito maior. A derrota por 2 a 0 para o São Caetano, no Pacaembu, garantiu o vice-campeonato estadual ao Paulista – de quebra o passaporte para disputar a Copa do Brasil de 2005 – competição na qual faturou.

Precisando vencer por dois gols de diferença, para levar a disputa para os pênaltis, o Paulista ainda no jogo com a lei do ex. E com um dos seus grandes ídolos. Aos 20 minutos, Marcinho abriu o placar para o Azulão.

Lançado todo no ataque na busca do milagre, o Tricolor sofreu o segundo gol aos 43 minutos do segundo tempo, com Mineiro, que no ano seguinte também marcou gol de título – mundial do São Paulo.

Mesmo com a derrota, após o apito final do árbitro Sálvio Spínolla Fagundes Filho – atualmente comentarista de arbitragem da Rede Globo, jogadores, comissão técnica e torcida do Paulista fizeram festa, vibrando como se tivessem conquistando um título. Levaram um honroso segundo lugar, que lhe valeu vaga na Copa do Brasil do ano seguinte – e o resto depois virou uma história ainda mais saborosa.

 

O time da final e o que fazem atualmente os jogadores

O Paulista tinha o goleiro Márcio, récem-promovido do São Paulista, e que somente foi titular na reta final do Estadual, devido a uma lesão de Rafael Bracalli. Márcio atualmente trabalha como preparador de goleiros.

Nas laterais, Lucas – campeão no ano seguinte da Copa do Brasil e Galego – com passagem destacada na Inter de Limeira no ano anterior. Os dois laterais atualmente são treinadores. Galego comando o sub-20 do Esporte Clube São Bernardo e Lucas é auxiliar-técnico do time principal do Sertãozinho. Na zaga, Danilo Larangeira – que ainda joga – atualmente defende o Bologna; e Asprilla – não joga desde 2018.

O meio-campo tinha dois volantes que atualmente são treinadores: Umberto, agora comandante do Sport; e Alemão, que até fevereiro comandava o Londrina. Na armação, Aílton, revelado na base do São Paulo – não joga desde 2018; e Canindé, revelado na base do Santos – não atua nos gramados desde 2016.

O ataque era formado por Izaías, o ‘Zazá’ – atualmente trabalhando no Paulista, no departamento de formação; e João Paulo Daniel – trabalhando como observador técnico de equipes profissionais.

O técnico era Zetti, que nesta semana voltou a trabalhar no São Paulo, como coordenador dos treinadores de goleiros. Naquele jogo, Zetti usou jogadores que vieram do banco como o experiente Fábio Mello – atualmente empresário de jogadores; e jovens promissores como Davi – não atua desde 2018; e Márcio Mossoró – que atualmente joga no Altay da 2ª divisão do Campeonato Turco.

 

Fotos: Divulgação

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