Jundiaiense que levou a final da Libertadores ao Maracanã sofre impeachment no Rio - Esporte Jundiaí

Propagandas

Jundiaiense que levou a final da Libertadores ao Maracanã sofre impeachment no Rio

Um dos responsáveis por levar a decisão da Copa Libertadores da América de 2020 para o estádio do Maracanã, por ser governador do Rio de Janeiro, o jundiaiense Wilson Witzel sofreu impeachment nesta sexta-feira, no Tribunal Especial Misto formado por desembargadores e deputados estaduais do Rio de Janeiro. Ele é o primeiro governador da história do estado fluminense a perder o cargo.

No esporte, o fato mais marcante dele foi oficializar a candidatura do Maracanã para receber a final da Copa Libertadores de 2020 enquanto governador. A candidatura foi lançada em janeiro de 2019 no Palácio da Guanabara. A oficialização do Maracanã como palco da final de 2020 (que ocorreu em janeiro de 2021) foi em outubro de 2019, na sede da Conmebol, onde o então governador discursou.

Outro fato marcante no esporte de Witzel, mas que virou “meme”, foi o jundiaiense ser ignorado por Gabigol, no gramado do estádio Monumental de Lima, após a conquista do Flamengo da Libertadores de 2019. Witzel se ajoelhou na frente do atacante do Flamengo, que o ignorou de forma solene.

Wilson Witzel nasceu em Jundiaí, em 19 de fevereiro de 1968. Witzel morava na Ponte São João, onde fez a pré-escola. Depois de mudar para Marília, ele retornou para Jundiaí e estudou nas escolas Siqueira de Moraes e na escola técnica Vasco Antônio Venchiarutti, onde cursou Agrimensura. Aos 15 anos, ele fez estágio na Prefeitura de Jundiaí na Secretaria de Finanças. Ele mantém ainda parentes no bairro da Ponte São João.


O que ocorre

Condenado no Tribunal Misto, Witzel perdeu os direitos político., Cláudio Castro deixa a interinidade no comando do governo do estado e assume como governador de fato. Para tal, deverá ser empossado neste sábado (1º), em duas cerimônias: às 10h na Assembleia Legislativa e às 14h no Palácio Guanabara.


O impeachment

O pedido de impeachment foi protocolado pelos deputados Luiz Paulo (Cidadania) e Lucinha (PSDB), alegando crime de responsabilidade e corrupção na condução da pandemia de Covid-19. A acusação afirma que havia uma caixinha de propina paga por Organizações Sociais na área da saúde, inclusive na liberação de restos a pagar, e que tinha Witzel como um dos beneficiários. O valor total de propina arrecadado pelo grupo teria sido de R$ 55 milhões.


Fotos: Divulgação

Postar um comentário

0 Comentários