Há 15 anos, Atlético Mineiro realizava uma visita em jogo oficial no Jayme Cintra - Esporte Jundiaí

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Há 15 anos, Atlético Mineiro realizava uma visita em jogo oficial no Jayme Cintra

Em 5 de maio de 2006, o Atlético Mineiro estava visitando o estádio Jayme Cintra para um jogo oficial, valendo três pontos por um campeonato. O confronto entre os “Galos” naquele momento tinha como o “Galão” o de Jundiaí, que era atual vencedor da Copa do Brasil e enfrentava o time de Belo Horizonte que passava pelo seu maior inferno na história – o rebaixamento a Série B do Brasileirão.

O jogo pela ‘Segundona’ do Brasileirão, naquele 5 de maio de 2006, terminou 1 a 1 entre Paulista e Atlético Mineiro. O lado ruim daquele jogo é que menos de 2mil pessoas assistiram a partida.

Outro ponto curioso do jogo, é que naquele 5 de maio de 2006 estava defendendo o gol do Atlético Mineiro, Bruno Fernandes. Ele que quatro anos depois deixou o Brasil inteiro chocado com o crime que cometeu contra Elisa Samúdio. No gol do Paulista estava Rafael Bracalli, com Victor – que anos depois viraria ídolo do Atlético Mineiro no banco de reservas.

O Galo de Belo Horizonte abusou de cometer faltas e “bater”. Tanto que foi premiado pelo árbitro Fábio Dornelas, do Rio de Janeiro, com seis cartões amarelos – receberam Henrique, Bilu, Márcio, Daniel Marques, Márcio Araújo e Tony. O Tricolor de Jundiaí somente teve dois amarelados – Amaral e Marco Aurélio.

O Atlético Mineiro abriu o placar aos 35 minutos do primeiro tempo com Daniel Marques. O Paulista empatou com um jogo que poucos torcedores do Galo se lembram: o atacante Carlos Henrique provocou a igualdade, aos 37 minutos do segundo tempo.

Além de Rafael Bracalli, o Paulista de Vágner Mancini jogou também com Marco Aurélio, Dema, Réver (Beto) e Fábio Vidal; Marcus Vinícius, Amaral, Fábio Gomes e Carlos Henrique; Neto Baiano (Jean Carlos) e Jaílson (Guaru).

No Atlético Mineiro, além do goleiro (assassino anos depois) Bruno, estiveram em campo Daniel Marques, Marcos e Lima; Ari, Henrique, Márcio Araújo (Tchô), Bilu e Tony; Danilinho (Márcio Araújo) e Marinho (Marcelo Pelé). O treinador era Lori Sandro.

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