16 anos do inesquecível 22 de junho de 2005! Paulista campeão da Copa do Brasil! - Esporte Jundiaí

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16 anos do inesquecível 22 de junho de 2005! Paulista campeão da Copa do Brasil!

22 de junho de 2005. Uma data que todo torcedor do Paulista jamais vai esquecer. O fato mais importante nos 112 anos de história do clube aconteceu justamente neste dia: o Tricolor empatava em São Januário, no Rio de Janeiro, com o Fluminense por 0 a 0 e levantava o título da Copa do Brasil, segundo título mais importante que existe no futebol brasileiro. O Tricolor nesta competição disputou 12 jogos, enfrentou seis adversários, todos da Série A do Campeonato Brasileiro naquela temporada e com muitos méritos levantou a taça.

Na primeira fase, o Tricolor enfrentou o Juventude de Caxias do Sul. O favorito era o time de Caxias do Sul que era da elite e venceu o torneio em 1999. No 1º jogo, em 16 de fevereiro, em Jundiaí, vitória do Galo por 1 a 0, gol anotado de pênalti por Davi, aos 46 minutos da etapa final (o atleta saiu do Tricolor no meio da competição – seu contrato havia sido encerrado ainda em fevereiro. No jogo da volta, no dia 2 de março, empate por 1 a 1 (gol do Tricolor marcado por Jeferson com 1 minuto de jogo) e vaga assegurada já que venceu o confronto por 2 a 1.

Na segunda fase, o Paulista enfrentou o Botafogo do Rio e foram 2 empates. Em Jundiaí, no dia 16 de março, empate por 1 a 1, com Márcio Mossoró anotando para o Galo. No Maracanã, no Rio de Janeiro, em 6 de abril, empate por 2 a 2, com Léo e Cristian anotando para o time jundiaiense, que conquistou a vaga pelo critério de gols marcados fora de casa – era critério de desempate na época (2 a 1 nos gols marcados fora de casa a favor do Tricolor).

Nas oitavas de final, o Tricolor enfrentou o Internacional. No 1º jogo, no Beira-Rio, em Porto Alegre, em 21 de abril, feriado de Tiradentes, Jorge Wagner de falta garantiu a vitória do Colorado por 1 a 0. No jogo da volta, em Jayme Cintra, em 5 de maio, o Paulista venceu o clube gaúcho também por 1 a 0, gol do estreante Juliano, que entrou no 2º tempo, no lugar de Amaral. Com empate por 1 a 1 no agregado, a vaga para a próxima fase foi definida nos pênaltis, com o Colorado desperdiçando 2 cobranças (Élder Granja e Perdigão) e o Galo venceu por 4 a 2 (marcaram nos penais pelo time jundiaiense Ânderson Batatais, Márcio Mossoró, Cristian e Jefferson.

Nas quartas de final, o Paulista enfrentou o Figueirense. No 1º jogo, em Florianópolis, em 11 de maio, vitória catarinense por 1 a 0. No 2º jogo, em Jundiaí, em 18 de maio, Lucas, aos 8 minutos da etapa final, em chute sem pulo da entrada da área, garantiu a vitória do Galo por 1 a 0 no tempo normal, forçando a decisão da vaga para os pênaltis (confronto terminou empatado 1 a 1 no agregado). Nos penais com as estrelas Sérgio Manoel, Paulo Sérgio e Marquinhos Paraná desperdiçando suas cobranças, o Galo venceu por 3 a 1 e se classificou (marcaram para o Tricolor nos penais Ânderson Batatais, Márcio Mossoró e Jefferson, enquanto Julinho desperdiçou a sua cobrança).

Na semifinal o adversário do Paulista foi o Cruzeiro. No 1º jogo, em Jundiaí, no chuvoso 25 de maio, o Galo venceu por 3 a 1, com gols de Cristian, Márcio Mossoró e Jefferson. No jogo da volta, no Mineirão, em Belo Horizonte, em 1º de junho, a Raposa abriu 3 a 0, com 2 gols de Fred, mas Cristian, em duas bombas, em cobranças de falta, com um e quatro minutos da etapa final, garantiu o Paulista na semifinal, mesmo com a derrota no jogo por 3 a 2, mas vitória no confronto por 5 a 4.

Na decisão, o rival foi o Fluminense. O 1º jogo foi no Jayme Cintra, em Jundiaí, no dia 15 de junho. Com 14.573 pagantes, o Tricolor com ótima apresentação no 2º tempo, venceu por 2 a 0, com gols de Márcio Mossoró e Léo (que após o gol foi comemorar com a torcida e recebeu do árbitro Wilson de Souza Mendonça, o cartão amarelo, sendo o seu 3º no acúmulo, o deixando de fora da final). O 2º jogo aconteceu no estádio São Januário, em 22 de junho, e o Paulista tratou de segurar a vantagem que construiu em Jundiaí, e empatou o confronto por 0 a 0, sagrando-se campeão da Copa do Brasil de 2005 e garantido uma vaga na Taça Libertadores da América do ano seguinte.

As horas seguintes após o apito final de Leonardo Gaciba, no Rio, foram de muita festa em Jundiaí. Um dia 22 de junho (madrugada, manhã e noite de 23 de junho, onde os atletas do Galo desfilaram pela cidade) que nenhum jundiaiense jamais esquece. Um dia que está na história da cidade.

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