Brasil leva sua 16ª medalha na história olímpica da natação. No geral de 2020 fica longe do top-15 - Esporte Jundiaí Brasil leva sua 16ª medalha na história olímpica da natação. No geral de 2020 fica longe do top-15

Bruno Fratus brilhou e conquistou a medalha de bronze nos 50 metros livre na natação nos Jogos Olímpicos de Tóquio. E esse foi a 16ª medalha da história na modalidade (incluindo maratona aquática), que tem um ouro, quatro pratas e 11 bronzes em 100 anos de participações nas águas olímpicas. Nos Jogos de Tóquio o Brasil conquistou duas medalhas, mas ficou longe do top-15 da modalidade – terminou em 17º, empatado com a Alemanha e Suécia.

Esta foi a quarta medalha do Brasil nos 50 m livre. Em Atlanta 1996, Fernando Scherer levou o bronze. Em Pequim 2008, César Cielo ganhou o ouro. Já em Londres 2012, Cielo também conquistou a medalha de bronze.

Aos 32 anos, o nadador confirmou as apostas e conseguiu subir ao pódio após ficar em quarto lugar em Londres 2012 e sexto na Rio 2016. Após receber a medalha de bronze, Fratus deu um beijo cinematográfico, digno de cinema, em sua esposa e treinadora Michelle Lenhardt.

Com o tempo de 21seh57, o brasileiro fez excelente prova e só ficou atrás de Caeleb Dressel, dos EUA, que levou o ouro, e de Florent Manaudou, da França, que ficou com a medalha de prata. Dressel quebrou o recorde olímpico, com o tempo de 21seg07, e levou a quarta medalha dourada em Tóquio. O francês Manaudou fez o tempo de 21seg55, dois centésimos abaixo de Fratus.

No geral, na natação, o Brasil com dois bronzes foi 17º. O “título” da modalidade foi para os EUA com 11 ouros, 10 pratas e 9 bronzes.  A Austrália terminou em 2º neste ranking com 9 ouros, 3 pratas e 8 bronzes. O top-3 foi finalizado com Grã-Bretanha em 3º com 4 ouros, 3 pratas e 1 bronze.


Fotos: Divulgação - COB